Sobre Serafina Corrêa

Serafina Corrêa está situada entre vales e montanhas, na Encosta Superior do Nordeste do Rio Grande do Sul. Possui uma área total de 160 Km², com uma população aproximadamente de 15 mil habitantes.

A agropecuária e as indústrias são a base da economia que sustenta o desenvolvimento social, colocando o município em destaque entre os 496 municípios gaúchos.

Turísmo

Via Gênova

A Via Gênova é a Avenida que passa em frente à Prefeitura Municipal e a mesma é formada por um conjunto de réplicas de prédios históricos da Itália. As réplicas foram construídas sobre o Arroio Feijão Cru que atravessa a cidade e, juntamente com a ‘Nave Degli Immigranti’,são o Centro Turístico da cidade.

O Arroio Feijão Cru passa, de fato onde, o Sr. Orestes Assoni e amigos, acamparam perto de um rio, fizeram fogo de chão e colocaram feijão para cozinhar. Saíram para cortar o mato e quando voltaram, mortos de fome, o fogo havia apagado, mas a fome era tão grande que acabaram comendo o feijão cru mesmo! Foram embora e dali a um tempo perguntaram:’- Aonde vamos parar? ‘ E daí a resposta: ‘- La ‘ ndoe ghemo manga el ‘Feijão Cru’.

Porque Via Gênova?
Porque a maioria dos imigrantes italianos partiram do Porto de Gênova, que se localiza na Liguria- Itália.

CASTELLO INFERIORE DI MAROSTICA
Construído atrás de uma imponente torre, tem formato retangular e é todo guarnecido de améias. Constitui um apreciado exemplo de arquitetura militar e é circundado por restos do Atlantico Fossado e da grande ‘ Piazza Castello’, local onde acontece a cada dois anos, nos anos pares, a ‘ Partita a Scacchi’, jogo de xadrez onde as peças são vivas.

Este jogo que a anos vem sendo realizado, representa um espetáculo ao ar livre de maior representatividade da Região Vêneto e até da Itália, pois já representou o folclore da Itália na famosa Exposição Universal de Bruxelas de 1958 e a Praça da Ópera de Paris conquistando fama que ultrapassou dos limites nacionais.

A partida foi apresentada pela 1ª vez pelo professor Francesco Pozza em 1923 e em 1954 o então Prefeito de Marostica, Marco Bonomo, providenciou para que a praça tomasse o aspecto de um tabuleiro de xadrez onde desde então, a cada dois anos Marostica revive e oferece a milhares de pessoas provenientes do mundo inteiro, este espetáculo onde ‘ as peças vivas’ colocam-se no tabuleiro de xadrez, repetindo com precisão a elegância dos movimentos dos competidores que deram origem ao espetáculo.

A atmosfera de um tempo distante, fascinante e misterioso não é revivido apenas no decorrer da partida e na imponente coreografia, mas também nas finíssimas e elegantes vestes da época, possíveis de se admirar hoje na exposição permanente, na sala oeste do pórtico superior do Castello da Basso (Inferiore).

Esta partida, uma brilhante coreografia, enriquecida de luxuosas, delicadas e finíssimas indumentárias que fazem fundo a um acontecimento romântico, tem como principal protagonista, a bela ‘ Linora’.
Trata-se de uma bela história de amor, nobreza e desafios onde dois cavalheiros, Rinaldo D’ Angarano e Vieri da Vallonara, ambos apaixonados por Linora (filha do Castelão de Marostica Tadeu Parisio), decidem disputá-la num duelo. Não sendo permitido nenhum tipo de duelo, o Castelão propõe a disputa através do jogo de xadrez, onde o vencedor teria a mão de sua filha ‘Linora’, e o perdedor se casaria com sua irmã mais nova, ‘Oldrada’.

Assim iniciou-se, no segundo domingo de setembro de 1454, a nobre partida que teve como vencedor o senhor Vieri da Vallonara, cumprindo-se o tratado entre os dois nobres e o Castelão da cidade de Maróstica.

CASA DI ROMEO
Localizada em Verona, ao lado setentrional dos Arcos –Arche Scaligere, virando à direita pela rua , onde se encontra uma lápide moderna e estão escritos alguns versos de Shakespeare indicando que se está na presença da famosa Casa di Romeo Montecchi. Este é um grande marco da cidade, que recebe a fama de cidade dos namorados, atraindo centenas de turistas. É uma construção do século XIII, embelezada por românticos pórticos e vegetação irregular, mostrando em seu interior a ‘ imagem dos pórticos’ e da arquitetura medieval.

CASA DI GIULIETTA
Localizada na Piazza delle Erbe, na Via Cappello, é uma construção do século XIII, caracterizada por um arco que introduz a área interna. No interior do pórtico vê-se a famosa e célebre sacada onde Giulietta aparecia para esperar seu querido Romeo. Foi propriedade da família Cappello, cujo brasão foi esculpido sobre o arco interno. A identificação dos Cappello con os Capuleti deu origem a convinção que ali surgisse a casa de Julieta, heroína da tragédia de Shakespeare. A morada medieval restaurada por Antonio Avena em meados dos anos 30, tem sido, no passado recente usado para exposições temporâneas. O edifício tem uma bela fachada de tijolo à vista, um portal em estilo gótico, janelas trilobal, uma balaustrada que põe em comunicação entre as várias equipas da casa e, naturalmente, a famosa varanda.

No interior estão expostos mobiliários do século XVI, XVII, afrescos sobre a história de Romeu e Julieta e a cerâmica renascentista de Verona. As salas do último andar são cobertos por um teto de madeira trilobal, com caixas grandes pintadas de azul e de ouro as estrelas.

No pátio há uma estátua de bronze de Julieta do escultor Nereo Costantini.

LA ROTONDA
Localizada em Vicenza -Veneto– Italia: É um edifício quadrangular, que encerra uma sala redonda, a qual recebe luz do alto. Dos quatro lados, existem saídas que dão nos vestíbulos. No alto das escadas, quatro pórticos, montados em uma frente triangular. Sobre estes, a cúpula parecendo o Partenon.

A Villa Capra, também conhecida como Villa Rotonda, Villa Capra detta La Rotonda, Villa Almerico-Capra ou Villa Capra-Valmarana, é uma das mais belas e famosas villas de Andrea Palladio,cujo verdadeiro nome era Andrea di Pietro della Gôndola, nascido em Padova (1518-1580) e provavelmente de todas as villas do Veneto, sendo um dos mais celebrados edifícios da História da Arquitetura da época moderna. É uma residência de campo aristocrática, perto de Vicenza, Itália, construída a partir de 1566. O nome “Capra” deriva do apelido dos dois irmãos que completaram o edifício, depois de lhes ter sido cedido em 1591.

A Villa Capra ilustra perfeitamente a significação do classicismo. É definida por um bloco quadrado, encimado por uma cúpula e apresentando nas quatro fachadas pórticos idênticos, a modo de frontarias de templo. A Villa Rotonda (Casa Redonda) tem quatro lados rigorosamente idênticos, cada qual com um pórtico e forma de fachada de templo, agrupados em torno de um amplo átrio que recorda o Panteão Romano.

O projeto foi muito copiado e deu nascimento ao tão propalado Estilo palladiano. A sua estrutura é extremamente lógica, obedecendo a uma racionalidade geométrica e matemática. O telhado coberto de telhas ajuda a segurar as paredes, sustentando a cúpula. Os pórticos auxiliam também os arcobotantes nas paredes exteriores da villa.

A Villa Capra está classificada pela UNESCO, desde Dezembro de 1994, como Patrimônio Mundial, juntamente com outras obras de Palladio em Vicenza.

O COLISEU (não foi concluído)
O Coliseu é um símbolo desde que foi construído, no século I . Esta assombrosa façanha da engenharia e arquitetura, continua sendo o maior monumento de Roma. Os espetáculos sanguinários realizados ali, prolongavam-se durante dias e os gladiadores combatiam até a morte. Cristãos eram lançados aos leões e havia lutas de animais selvagens.

O Coliseu, também conhecido como Anfiteatro Flaviano, deve seu nome à expressão latina Colosseum (ou Coliseus, no latim tardio), devido à estátua colossal de Nero, que ficava perto a edificação. Localizado no centro de Roma, é uma excepção de entre os anfiteatros pelo seu volume e relevo arquitetônico. Originalmente capaz de albergar perto de conqüenta mil pessoas e com quarenta e oito metros de altura, era usado para variados espetáculos. Foi construído a Leste do Fórum romano e demorou entre oito a dez anos a ser construído.

O Coliseu foi utilizado durante aproximadamente quinhentos anos, tendo sido o último registro efetuado no século VI da nossa era, bastante depois da queda de Roma em 476. O edifício deixou de ser usado para entretenimento no começo da era medieval, mas foi mais tarde usado como habitação, oficina, forte, pedreira, sede de ordens religiosas e templo cristão.

Embora esteja agora em ruínas devido a terremotos e pilhagens, o Coliseu sempre foi visto como símbolo do Império Romano, sendo um dos melhores exemplos da sua arquitetura. Atualmente é uma das maiores atrações turísticas em Roma e em 7 de julho de 2007 foi eleita umas das “Sete maravilhas do mundo moderno”. Além disso, o Coliseu ainda tem ligações à igreja, com o Papa a liderar a procissão “O caminho da Cruz” até o Coliseu, todas as sextas-feiras santas.

TORRE DI PISA (não foi construída)
Localizada em Pisa- Itália. É constituída de 6 ordens (andares com varanda) e é um dos monumentos mais conhecidos do mundo, graças a sua característica pendente que, devido a uma falha no solo, inclinou.

Torre cilíndrica e oblíqua, com 54 metros de altura e 15 metros de diâmetro, possui cento e sete colunas agrupadas em oito ordens. Em 1774, foi iniciada a sua construção por Bonnano, o Pisano, e terminada em 1350 por Guilherme Innsbruck.

Segundo os estudiosos, durante a sua construção deve ter ocorrido um rebaixamento do terreno, o que provocou a sua inclinação pois, a partir do 4º andar, as colunas estão mais elevadas de um lado que o outro, o que parece demonstrar o esforço dos construtores em compensar a inclinação que, aliás, aumenta gradativamente. Assim, em 1829, a inclinação era de 4,72m e passou a 5,03m.

Foi neste local que Galileu realizou uma de suas experiências: para demonstrar que todos os corpos caem em igual velocidade, em queda livre, atirou corpos de diferentes pesos.

Hoje sua inclinação chega a cinco graus (ela aumenta uma média de 20 milímetros por ano). Estava fechada ao público desde 7 de Janeiro de 1990. Um trabalho na base conseguiu diminuir a inclinação em 1,3 centímetro. Nesse ritmo será recuperada em 2250. A visitação foi reaberta na data de 15 de dezembro de 2001. Em determinadas épocas se pode subir de noite e ter uma bela visão da Praça dos Milagres onde está a torre.

Histórico do Município

Um pouco sobre a Imigração Italiana…

A partir de 1861, o processo de unificação da Itália e sua incorporação à produção e ao mercado capitalista comprometeram as condições de vida das populações rurais italianas. O artesanato estava comprometido devido ao aumento da produção industrial; os pequenos arrendatários do norte da Itália sofriam com os altos aluguéis dos minifúndios (pequena propriedade rural); o aumento de impostos, a baixa fertilidade de terras e o serviço militar, que acabava afastando os jovens por alguns anos do trabalho nas terras, estavam dificultando cada vez mais a vida dos italianos.

Camponeses do norte italiano, começaram a emigrar para Estados vizinhos em busca de melhores condições de vida. Por volta de 1873 que a Europa viveu sua primeira grande crise cíclica do capitalismo. Um tempo depois o fluxo imigratório de italianos para um Novo Mundo, a América, ganharia forma. A região norte, a mais atingida pela crise, foi a que forneceu o maior número de imigrantes, provenientes de regiões da Lombardia, Piemonte, Trento, Mântua, Bréscia, Vicenza, Vêneto, entre outros.

O embarque da maior parte dos imigrantes era feito no Porto de Gênova. Para a época, os navios que os transportava eram modernos e seguros, apesar de viajarem sobrecarregados e em terceira classe. Apesar de ser uma viagem difícil, a taxa de mortalidade a bordo era baixa. Depois de mais ou menos um mês sobre o Oceano Atlântico, enfim pisava-se em terra firme.

No Rio Grande do Sul…

A imigração italiana no Rio Grande do Sul, a partir de 1875, relaciona-se com o processo de troca da mão de obra escrava e à política de imigração e colonização implantada pelo governo brasileiro. Foi preciso ocupar terras vagas que surgiram em decorrência do rápido processo de urbanização, prover a mão de obra para a lavoura de café, além disso povoar e colonizar áreas consideradas improdutivas, principalmente na região sul do país. Estima-se que de 1875 a 1914 o Rio Grande do Sul tenha recebido cerca de oitenta mil imigrantes italianos.

Quando os imigrantes chegavam no Rio de Janeiro, passavam cerca de quarenta dias na Casa dos Imigrantes, localizada na ilha das Flores. As famílias geralmente não eram grandes, possuíam dois ou três filhos e era pequeno o número de imigrantes sozinhos e solteiros. Depois viajavam por mais ou menos dez dias até Porto Alegre, sendo que o transporte era feito em embarcações menores, onde depois seguiam seu destino rumo às colônias. As primeiras colônias foram a de Caxias, Conde D`Eu (Garibaldi) e Dona Isabel (Bento Gonçalves). Em 1877 uma quarta colônia foi organizada, Silveira Martins, em região florestal no centro do Rio Grande e com passar dos anos outras colônias foram se formando.

A Colônia de Guaporé …

Os colonizadores da colônia de Guaporé eram oriundos principalmente das colônias Dona Isabel, Conde D`Eu e Veranópolis. Em 1885, o governo designou o Engenheiro Nicolau França Leite Pedreiros para medição dos lotes coloniais nessa região. Este trabalhou três anos e conseguiu medir aproximadamente dez mil lotes coloniais. Seu sucessor foi o Engenheiro José Montauri de Aguiar Leitão. A colônia de Guaporé instalou-se oficialmente em 1892.

A continuação do trabalho de medição coube aos engenheiros Barreto Leite e Vespasiano Rodrigues Corrêa. Medidos os lotes, começaram a chegar os colonos e estes eram assentados por Barreto e Vespasiano. A colônia de Guaporé prosperou rapidamente sob orientação da comissão de terras, que estava sob a chefia de Vespasiano. Em 1896 já estava ligada por telefone e correio, este vindo de Muçum, uma vez por semana feito por estafetas (carteiros).

A colônia de Guaporé era dividida em 22 linhas. A linha era um caminho estreito, traçado no meio da floresta virgem, através de todos os acidentes geográficos do terreno, exceto rios e afluentes. Cada linha tinha em média uma extensão de seis a sete quilômetros. Foram nas linhas que os imigrantes organizaram sua vida social e religiosa. Construíam suas casas à beira da linha, dos dois lados da estrada, uma casa sucedia outra, evitando assim o isolamento. Guaporé tornou-se município através do decreto nº 664, em 11 de dezembro de 1903, sendo sua instalação oficial em 1º de janeiro de 1904. Seu primeiro prefeito foi Vespasiano Rodrigues Corrêa.

De Linha 11 à Serafina Corrêa…

Entre as 22 linhas da colônia de Guaporé, encontrava-se a linha 11, que anos mais tarde se tornou o município de Serafina Corrêa. Esta teve como seus primeiros moradores José Franciosi, Orestes Assoni, Antônio Marin, João Variani, Achyles Cervieri, Anibal Fornari, Francisco Pan, famílias Soccol, Corso e Martineli . Esses pioneiros traziam em si um grande ideal e o desejo de fazer desta terra sua nova pátria.

Em 03/05/1911, de acordo com o ato 40, o Engenheiro Lucano Conedera, Intendente de Guaporé, usou das atribuições que lhe conferiu a Lei Orgânica do município e criou o distrito com a numeração cinco, tendo sede o povoado Dona Fifina Corrêa, com as seguinte divisões: ao norte, pelos fundos da linha Carlos Gomes (linha 16) com a General Osório (linha 9); ao sul, pelos fundos da linha Moreira César (linha 9) com a Marechal Floriano (linha 8) a leste pelo rio Carreiro e oeste pelo rio Guaporé. Porém em 09/06/1924, através do ato 39, o Coronel Agilberto Atílio Maia, Intendente de Guaporé, extinguiu o quinto distrito com a sede no povoado Dona Fifina Corrêa por motivos econômicos.

Devido a importância comercial e industrial que vinha se desenvolvendo no povoado Dona Fifina, em 07/01/1925 pelo ato 17, criou-se novamente o distrito, desta vez número oito, com sede no mesmo povoado. Mas em 17/10/1929, o coronel Agilberto extinguiu pela segunda vez, pelo ato 63. Em menos de um ano, 07/08/1930, criou-se o nono distrito de Guaporé com sede no mesmo local, o povoado Dona Fifina Corrêa. O Decreto Estadual nº 7.199 de 31/03/1938, elevou o povoado Dona Fifina à categoria de vila.

O desejo da emancipação deu origem a uma Comissão, que era composta pelo Presidente Pedro Soccol; Vice-presidente Guerino Antônio Massolini; 1º secretário Antônio Rotta, 2º secretário Nelson Assoni, 1º Tesoureiro José Modelski, 2º Secretário Armando Canton. Chegou-se a provar que Serafina representava 48% da arrecadação de Guaporé, daí as dificuldades da emancipação. Feito o processo, como determina a lei, foi encaminhado o mesmo à Assembleia Legislativa; aprovado pela Comissão de Constituição, foi à votação. Com a minoria, o projeto foi derrotado. Em cada votação batalhavam para coletar assinaturas de deputados, o suficiente para não ser arquivado, caso contrário teriam que começar desde o início.

O projeto era sempre derrotado, até que apareceu o pedido de emancipação de Nova Palma. Como a maioria da Comissão de Constituição da Assembleia Legislativa era do PDS, só aprovaria o pedido de Nova Palma, se aprovassem o de Serafina Corrêa.

Então, em 22/07/1960, pela lei nº 3.932, criou-se o município de Serafina Corrêa, constituído também pelos territórios de Montauri, parte de Vila Oeste, pertencentes ao município de Guaporé, e parte do distrito de Evangelista, pertencente ao município de Casca. Segundo o Art. 3º a Câmara seria composta de sete membros e de acordo com Art. 4º os mandatos do primeiro prefeito, vice-prefeito e vereadores extinguir-se-iam em 31 de dezembro de 1963.

Curiosidades do Município de Serafina Corrêa:
1916: Instalam-se bicos de luz à querosene; em 13 de janeiro é fundado o tiro de guerra 224, sendo presidente Pedro Zambenedetti e o instrutor o 2º Sargento Virgílio Cardoso, com tropa de 160 soldados.
1925: Nomeado Sr. Osvaldo Ribeiro para subintendente.
1926: Faz-se presente a agência do correio, sendo agente Vitório Rotta.
1930: 17 de novembro é determinado a assumir as funções de subintendente, o Sr. Edgar Feijó;
1942: Construído o novo prédio do Grupo Escolar Carneiro de Campos (atual Pré-Escolar Castelinho do Saber); Construída a subprefeitura (atual APAE);
1960: Inauguração do Ginásio Nossa Senhora do Rosário (atual Escola Rainha D`Paz) em 28 de fevereiro.
1962: Restos mortais do Pe. Luiz Pedrazzani são levados à Igreja Matriz em 31 de maio.
1965: Neve no município de Serafina Corrêa, 20 de agosto.
1966: Inauguração do Clube Familiar Serafinense (atual Salão Paulo VI), em 30 de outubro.
1987: Realiza-se a primeira Romaria, com Pe. Giovanni Simonetto, em 29 de maio.
1988: Desmembra-se Montauri pela Lei estadual n° 8.607 de 09 de maio; Lei Estadual 926 de 16 setembro cria o Distrito de Silva Jardim.

Ingrid Regina Castro
Responsável pelo Arquivo Histórico Municipal de Serafina Corrêa

Fontes:
Arquivo Histórico de Guaporé
Arquivo Histórico Municipal de Serafina Corrêa
COFCEWICZ, Geraldo. ZAMBENEDETTI, Dino. Serafina Corrêa: História e Estórias. D.C. Luzzatto Editora.;1988. 185 p.
MAESTRI, Mário. Breve História do Rio Grande do Sul: da Pré-história aos dias atuais. UPF Editora; 2010. 461 p.